Ensino Superior: seu reajuste e sua assistência médica

Confira o resumo:

 

REAJUSTE DE 4,76%
As mantenedoras que optaram pelo Plano A – com coparticipação na assistência médico hospitalar, deverão reajustar os salários dos professores e auxiliares de administração escolar em 4,76% sobre os salários devidos em 1º março de 2018.

 

REAJUSTE DE 3,90%
As mantenedoras que optaram pelo Plano B – sem coparticipação na assistência médico hospitalar, deverão reajustar os salários dos professores e auxiliares de administração escolar em 3,90%  sobre os salários devidos em 1º março de 2018.

 

QUAL PLANO ESTÁ SUA INSTITUIÇÃO?
O levantamento das instituições que optaram por introduzir coparticipação na assistência média  – ou que mantiveram os planos como estão – deverá ser apresentado pelo sindicato patronal, o Semesp, até o dia 18 de março. O levantamento está sendo feito instituição por instituição, para permitir a nossa fiscalização. Mesmo assim, o reajuste está assegurado sobre o valor do seu salário em 28 de fevereiro. O reajuste, como foi dito, vale a partir de 1º de março.

 

AUXILIARES – ITENS ESPECÍFICOS

 

PISO SALARIAL – O piso salarial dos auxiliares de administração escolar também varia de acordo com a adoção de planos de assistência médica. Nas instituições que optarem por coparticipação, o piso passa a ser de R$1.217,02 (R$1.366,96 em S J do Rio Preto); sem coparticipação, píso de R$1.207,03 (R$ 1.355,74 em S J do Rio Preto). Também aqui, a aplicação do piso salarial será estabelecida com a apresentação do levantamento das instituições, no mesmo prazo de 18 de março.
Aqui cabe um esclarecimento adicional: o valor do piso na região de S J do Rio Preto é superior porque, lá, os auxiliares não recebem vale-refeição.

 

CESTA BÁSICA – Auxiliares com salário inferior a R$5.916,65 (o equivalente a cinco vezes o valor do salário mínimos paulista) receberão uma cesta básica mensal ou um vale nunca inferior a R$136,00.

 

VALE REFEIÇÃO DO AUXILIAR – Além da cesta básica, os auxiliares receberão Vale-Refeição de R$14,88 (para os que recebem salários inferiores a R$1.544,18 em instituições que introduzirem a coparticipação) ou de R$ 14,75 (para os que recebem salários inferiores a R$1.531,51 em instituições que mantiverem o plano de saúde sem coparticipação). Esse item não é aplicável na região de S J do Rio Preto.

 

BOLSA DE ESTUDOS DO CÔNJUGE – No caso do cônjuge não ser dependente legal, a Bolsa de Estudos será disponibilizada para o Auxiliar com remuneração inferior a R$2.499,57.

                         o Comunicado Conjunto 2, com os reajustes salariais no Ensino Superior.

E TEM MAIS:

 

  Em outro comunicado conjunto, o de número 1 -                             - assinado pela Fepesp e o Semesp também neste 15 de março, ficou estabelecido que nas mensalidades do sindicato e a contribuição assistencial decidida em assembleia por professores e auxiliares, será mantido o desconto em folha de pagamento, como sempre.
  Este esclarecimento específico foi necessário porque a recente medida provisória 873 – espertamente editada pelo governo na véspera do carnaval – criou uma confusão ao misturar no seu texto a contribuição sindical anual com as demais contribuições ao sindicato.  A mensalidade e a contribuição assistencial continuarão a ser descontadas em folha.

CAMPANHA SALARIAL 2019: Na Educação Básica, Patronal arrasta o pé

  Na primeira rodada de negociação da campanha salarial 2019 na Educação Básica, realizada no dia 24 de janeiro, o patronal mostrou que ainda está sob o impacto da bem sucedida mobilização que mostramos no ano passado:  unidos, defendemos nossa convenção coletiva e os donos de escola tiveram que aceitar manutenção de nossos direitos sem qualquer corte de férias, recesso, bolsas de
estudo, como queriam.
  Mas, hoje o representante das escolas arrastou o pé. Usou da velha estratégia de adiar a discussão e não se posicionou sobre nossas reivindicações. “Temos que consultar nossa categoria”, disse, “temos que fazer nossa assembleia”, alegou, como se já não tivesse tido tempo suficiente para isso, desde que protocolamos nossa pauta em 6 de novembro. 

  Agora, o desafio é ainda maior. Na atual conjuntura política crise política. E para defender o que já conquistamos, nossa união é o que conta. 
De nosso lado, teremos a reunião de todos os sindicatos integrantes da Fepesp no Estado na próxima terça-feira, dia 29, para preparar nossa estratégia de mobilização nesta campanha.
  Duas novas rodadas de negociação já foram marcadas, em 12 e 26 de fevereiro, com a possibilidade de se acrescentar data intermediária se necessário.
  Até lá, todos atentos. Fique olho nos avisos do sindicato. 
  E pode se preparar: este ano, a assembleia será em dia de aula! Já estamos programando a assembleia geral, em fevereiro, e essa será durante a semana, com a sua falta abonada. Todos terão sua falta abonada para comparecimento na assembleia. 
  Porque é assim que se faz: nossa união é o que conta.  

Documento desautoriza gravações 

em sala e cobra providências das escolas

Professores e Professoras:

 

   Além dos canais de apoio criados pela Fepesp e seus sindicatos integrantes para assistência a quem sentir-se atingido por res-trições, pressão da comunidade escolar ou tentativas de sanção administrativa quanto ao conteúdo de suas aulas, é importante que os grupos de docentes também garantam a preservação dos seus direitos em sala de aula.
   A gravação de sua aula, no todo ou em parte, em vídeo ou áudio, não pode ser realizada sem a sua autorização expressa e é fundamentada em preceitos constitucionais. É garantido o direito de imagem e a propriedade intelectual do Docente. A instituição de ensino, a escola, de qualquer grau ou modalidade de ensino, deve ser alertada e se comprometer a preservar propriedade intelectual de Professores sobre as aulas ministradas, como também garantir a independência e a liberdade de expressão do magistério, respeitados os parâmetros curriculares.
  Para isso, apresentamos este modelo de notificação (ao lado), produzido com o apoio do Departamento Jurídico. da Fepesp. Preencha com o nome da escola/instituição de ensino, nome do responsável em sua instituição, coloque a data e colha a assinatura dos seus colegas. Mantenha uma cópia protocolada do recebimento pela direção da escola/instituição. Este documento informa de maneira expressa que o corpo docente não autoriza a gravação, na totalidade ou em partes, por meio de vídeo ou áudio, de sua aula. E assim, além de preservar a integridade de sua atividade docente e protegê-los contra o uso indevido de suas manifestações em sala de aula, vocês também criarão condições para a responsabilização judicial dos responsáveis por eventual divulgação fora de contexto ou deturpação de suas palavras e atos no livre exercício de suas funções educativas.

 

11 de dezembro de 2018

ESCOLA SEM PARTIDO: UMA VITÓRIA – POR ORA

  Comissão que discutia o projeto espúrio de mordaça ao professor, na forma apelidada de uma “escola sem partido”, realizou sessão nesta terça (11/12) e não conseguiu votar parecer o seu relator. O projeto, agora, vai ser arquivado.
  O arquivamento do projeto é uma vitória! A ‘comissão do escola sem partido na Câmara Federal realizou um número extraordinário de 12 sessões, desde julho, para tentar aprovar o parecer e mandar o projeto a votação no plenário. E não conseguiu, por pressão da oposição, como reconheceu o próprio presidente da comissão, deputado Marcos Rogerio (DEM-GO): "A oposição merece o reconhecimento da comissão. Se pautou na obstrução e cumpriu aquilo que lhe é garantia regimental", disse.

 

   O autor do projeto poderia apresentar requerimento para desarquivá-lo, mas, o deputado Flavinho (PSC-SP), autor do projeto, nem concorreu à reeleição. Outro deputado, autor de algum outro projeto que tenha sido enxertado no original e tramite junto, teria que pedir o seu desarquivamento mas, mesmo assim, a tramitação começará do zero, com a criação de uma nova comissão. E, com certeza, contará de novo com a nossa oposição!

21 de novembro de 2018

LIBERDADE DE ENSINO: 
SESI/SENAI REJEITA PERSEGUIÇÃO

  Em carta dirigida à Federação dos Professores de São Paulo – Fepesp, a direção do Sesi/Senai em São Paulo afirma seu  empenho em manter, apoiar e preservar [...] a liberdade de cátedra dos docentes. Afirma ainda que o regimento do Sesi/Senai  veda o uso de celulares e similares sem a expressa autorização dos docentes’, sobre a gravação de aulas. A ‘carta do Sesi/Senai vem em resposta ao documento protocolado pela Fepesp em nome dos seus sindicatos integrantes, em de 6 de novembro, requerendo que a instituição oriente suas escolas no sentido de adotar as medidas necessárias para que não ocorra qualquer forma de represália a professoras e professores por parte de escolares, familiares, bem como das próprias instituições de ensino, quanto a condução pedagógica das aulas em suas unidades.

  No documento, a Fepesp informou ainda que a gravação de aulas, por qualquer meio, sem autorização expressa do professor, pode ainda incorrer em violação de direitos autorais e de imagem, passíveis de medidas judiciais por uso indevido e danos decorrentes. O mesmo documento foi entregue e protocolado ao Sieeesp – sindicato das escolas privadas do ensino básico em São Paulo – e ao Semesp – sindicato das instituições de ensino superior privadas em São Paulo. Nenhuma das entidades se recusou formalmente a cumprir o requerimento da Fepesp e seus sindicatos. A manifestação do Sesi/Senai, portanto, é exemplo a ser seguido não só pela rede privada, mas por todas instituições de ensino. E não poderia ser de outra forma, já que demonstra respeito ao preceito constitucional de liberdade de cátedra e segue o que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação sobre os princípios do ensino no país, como a liberdade com especial atenção à tolerância, a valorização da experiência extraescolar, a vinculação entre educação escolar, o trabalho e as práticas sociais e a consideração com a diversidade étnico-racial.

9 de novembro de 2018

Conselho de Sindicatos: a organização de professores e auxiliares de adminstração escolar 

   Vai ser no final desta semana: na sexta dia 9 e sábado 10 de novembro, delegados dos 25 sindicatos integrantes da Federação dos Professores do Estado de São Paulo – Fepesp vão se reunir no Conselho de Sindicatos da Federação. A reunião do Conselho será realizada para organizar a ação dos sindicatos diante do novo cenário político do país – especialmente quanto ao cerceamento da atividade dos sindicatos e os desafios impostos pela ‘reforma’ trabalhista.

“Mais do que nunca, temos que nos organizar em torno de um sindicato forte”, diz Celso Napolitano, presidente da Fepesp. “Um sindicato forte é a nossa resposta à crise, à afronta aos trabalhadores, em defesa da liberdade de ensino e pela blindagem de nossos direitos contra os avanços da reforma contra os trabalhadores”.

   O Conselho de Sindicatos, Consind, é a segunda instância deliberativa da Federação dos Professores, inferior apenas ao Congresso da entidade. Este será o nono Consind dos professores e auxiliares de administração escolar na rede privada de ensino do Estado de São Paulo.
Esta reunião do Consind será realizada em Praia Grande, no ginásio da Colônia de Férias do Sindicato dos Professores de São Paulo.

6 de novembro de 2018

Campanha salarial e liberdade de cátedra: 
donos de escolas de sobreaviso

Já está na mão deles, o que queremos em 2019 e o que não queremos desde já: 
nada de assédio e violações à liberdade de cátedra dos professores! 

   A Federação dos Professores de São Paulo – Fepesp protocolou oficialmente na terça-feira, dia  6 de novembro, a pauta de reivindicações de professores e de auxiliares de administração escolar para a Campanha Salarial 2019 aos representantes das escolas da Educação Básica na rede privada de São Paulo e das escolas do Sesi/Senai no Estado.
“Iniciamos mais cedo nossa campanha salarial, este ano, para discutir já a modernização de nosso conjunto de direitos e mobilizar as categorias na defesa do que foi conquistado em nossas convenções e acordos ao longo dos anos”, diz Celso Napolitano, presidente da Fepesp.
   Além das pautas de reivindicações, a Federação e o Sindicato dos Professores de São Paulo – Sinpro-SP protocolaram documento requerendo às escolas o respeito ao preceito constitucional de liberdade de cátedra. No documento, a Federação e o Sinpro pedem às escolas “adotar as medidas necessárias para que não ocorra qualquer forma de represália a professoras e professores por parte de escolares, familiares, bem como das próprias instituições de ensino, quanto à condução pedagógica das aulas em seus estabelecimentos”.
   As pautas de reivindicações foram entregues nesta tarde ao representante do Sieeesp – Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de S. Paulo, José Antiório, e ao diretor de RH do Sesi/Senai, José Roberto de Melo. Nas duas ocasiões, foi garantida a manutenção da data-base das categorias, que é o dia 1º de março – e, também, por comum acordo, permitir o recurso à Justiça do Trabalho no caso de impasse nas negociações.
  “Vamos lutar pela modernização de nossos direitos e a blindagem das convenções contra os efeitos da reforma trabalhista, como terceirização ou o contrato intermitente de professores”, disse Celso Napolitano.

 

LIBERDADE DE CÁTEDRA - A valorização do professor passa também pela liberdade de cátedra, como estabelecido o capítulo das Constituição Federal reservado à Educação: ‘a educação tem como objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa e seu preparo para o exercício da cidadania, tendo entre seus princípios a liberdade de cátedra, ou seja, liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber e o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas’.
  Nessa linha geral, foi entregue também hoje documento em que a Fepesp e os seus sindicatos integrantes requerem que as escolas adotem ‘as medidas necessárias para que não ocorra qualquer forma de represália a professoras e professores por parte de escolares, familiares, bem como das próprias instituições de ensino, quanto a condução pedagógica das aulas em seus estabelecimentos’. Ou seja, nada de gravação de aulas, de denuncia de professores por conta do conteúdo de suas aulas, ou de orientação pedagógica, implícita ou explicita,  que limite a abordagem de assuntos que exigem discussão crítica.
  A Fepesp ainda lembra que a gravação de aulas por parte de alunos pode ainda infringir a legislação de direitos autorais. ‘A gravação de aulas, por qualquer meio, sem autorização expressa do professor, pode ainda incorrer em violação de direitos autorais e de imagem, passíveis de medidas judiciais por uso indevido e danos decorrentes’.

  Confira abaixo as cinco pautas de reivindicações protocoladas:

Sesi/Senai: Professores e Técnicos de Ensino do Sesi/Senai, Professores na Educação Superior do Senai, Professores do Sesi. Estas pautas foram recebidas pelo diretor de RH do Sesi/Senai, José Roberto de Melo.

Educação Básica: Professores, Auxiliares de Administração Escolar. Pautas recebidas por José Antonio Antiório, diretor do Sieeesp.

 

 

 

 

DISQUE-DENÚNCIA – A Fepesp está orientando os professores a não se deixar intimidar por tentativas de cerceamento pedagógico e ativou um serviço para aconselhamento e recebimento de denúncias de professores. O serviço pode ser acionado pelo telefone (11) 5082-5357 ou pelo email juridico@fepesp.org.br, com confidencialidade garantida.

5 de novembro de 2018

Assédio ao professor - Parceria Fepesp

e Instituto Vladimir Herzog

LIBERDADE DE CÁTEDRA: PROFESSOR NÃO ESTÁ SÓ

 

   A Fepesp e o Instituto Vladimir Herzog de direitos humanos estão juntos no apoio à professora e ao professor que sentir-se pressionado pelo conteúdo ministrado em sala de aula.
  Nesta segunda-feira (05/11) Celso Napolitano, presidente da Fepesp, e Rogerio Sottili, diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, estiveram reunidos para ampliar a rede de proteção aos professores e defender a liberdade de cátedra prevista na constituição. Veja no clipe a mensagem de Rogério e de Celso a respeito.

   A Fepesp e o Instituto Vladimir Herzog de direitos humanos (IVH)  realizaram hoje (05/11) reunião para ampliar a rede de proteção aos professores que se sentirem atingidos pela onda de delação sobre conteúdo de aulas.

DENUNCIE – A professora ou o professor que tiverem qualquer questão sobre a sua liberdade de ensinar devem procurar o SINPAAE (16) 3615 8200, ou ligar já para a linha de apoio da Fepesp: (11) 5082-5357 ou pelo email: juridico@fepesp.org.br


Não fique só!

 

 

E mais: Fepesp foi ao MPT para assegurar direitos de professor em sala de aula: 

29 de outubro de 2018

NOTA PÚBLICA

CONTRA AS AMEAÇAS E A DELAÇÃO

AOS PROFESSORES

  Professora, professor, não resista em silêncio: em caso de assédio por parte de alunos, pais ou da escola, entre em contato com a Federação (11-5082-5357 ou juridico@fepesp.org.br, confidencialidade preservada) ou procure o Sindicato de sua região.
  A Federação dos Professores do Estado de São Paulo, integrada por 25 sindicatos das várias regiões do Estado, vem protestar contra o clima de chantagens e ameaças à atividade docente em sala de aula. A extrema-direita, após os resultados das eleições de domingo (28/10), busca reeditar velhas práticas de intimidação, conclamando alunos a

  Professora, professor, não resista em silêncio: em caso de assédio por parte de alunos, pais ou da escola, entre em contato com a Federação (11-5082-5357 ou juridico@fepesp.org.br, confidencialidade preservada) ou procure o Sindicato de sua região.
  A Federação dos Professores do Estado de São Paulo, integrada por 25 sindicatos das várias regiões do Estado, vem protestar contra o clima de chantagens e ameaças à atividade docente em sala de aula. A extrema-direita, após os resultados das eleições de domingo (28/10), busca reeditar velhas práticas de intimidação, conclamando alunos a gravar o que seus mestres falam em sala de aula e a denunciarem supostas ‘doutrinações ideológicas’. A ideia é impor barreiras à liberdade de expressão e opinião e à liberdade de cátedra.

  Depois de o presidente eleito Jair Bolsonaro gravar vídeo de conteúdo semelhante, agora é a vez da extremista Ana Caroline Campagnolo, eleita deputada estadual pelo PSL de Santa Catarina, ameaçar profissionais da Educação. Ela abriu um canal de denúncias na internet para vigiar atividades pedagógicas.

  A prática não é nova. A parlamentar se inspira em ditaduras e regimes fascistas, que sempre buscaram enquadrar discordâncias e eliminar vozes críticas. Defensora do projeto autointitulado “escola sem partido”, que também visa constranger docentes, a deputada incentiva o dedo-durismo e o estabelecimento de um ensino antidemocrático e conformista, recuperando práticas dos piores anos da ditadura militar. Naquela época, eram comuns perseguições, demissões e até prisões de quem discordasse do autoritarismo.

  Repelimos a censura na Educação. Conclamamos os professores que se sentirem atingidos a não resistir em silêncio: entre em contato com a Federação (11-5082-5357 ou juridico@fepesp.org.br, confidencialidade preservada) ou procure o Sindicato de sua região em busca de orientações e apoio político e jurídico.

Não vamos nos intimidar!

Federação dos Professores do Estado de São Paulo – Fepesp

18 de agosto de 2018

Nova diretoria do SINPAAE realiza 1ª reunião

   No último sábado, dia 18 de agosto, aconteceu a 1ª reunião da nova diretoria do SINPAAE - Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Ribeirão Preto e Região. Na pauta foram analisados e discutidos diversos temas, dentre eles, o movimento de contra-reforma trabalhista, a luta pela preservação das Convenções Coletivos e Acordos, do Ensino Básico, Ensino Superior, Sesi/Senai, entre outros assuntos.

10 de agosto de 2018

Nova diretoria do SINPAAE tomou posse

     No último dia 09 de agosto tomou posse a nova diretoria do SINPAAE (Sindicato dos Professores e Auxiliares de Adminis-tração Escolar de Ribeirão Preto e Região). Ao todo a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal são compostos por 18 integran-tes, entre Professores e Auxiliares de Administração Escolar das escolas privadas. A nova Diretoria foi eleita em 25 de abril de 2018, com mandato de agosto de 2018 a agosto de 2023. A ceri-mônia aconteceu no salão social do SINPAAE. De acordo com o professor Antônio Dias de Novaes, “os desafios serão ainda maiores, pois a luta é também para combater os e-feitos destrutivos da reforma trabalhista, que veio para precarizar as relações trabalhistas, inclusive na perda de direitos adquiridos durante anos de conquistas dos sindi-catos e dos trabalhadores, mas com muita luta consegui-mos no processo de negociações manter os Acordos e Convenções Coletivas e nossa voz foi ouvida e respeita-da. Diante das manifestações e mobilizações de Profes-sores e Auxiliares, no Ensino Básico a manutenção integral por um ano da Convenção Coletiva, prevendo um

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ano da Convenção Coletiva, prevendo um reajuste salarial de 2,14% na data base, uma PLR/ABONO de 15% em outubro e manutenção de todas as cláusulas existentes na Convenção Coletiva, incluindo garantia semestral de salários, bolsas de estudo para os filhos de professor, férias integrais, recesso em janeiro e cesta básica”.

   Já no Ensino Superior, depois de aprovada em assembleia nos sindicatos, a nova Convenção Coletiva de Professores e Auxiliares no Ensino Superior privado no Estado de São Paulo está assinada e valendo desde 12 de junho por dois anos e o Acordo Coletivo de Trabalho do Sesi/Senai foi fechado em fevereiro.
  “Há ainda muito por fazer e toda a diretoria está empenhada em fortalecer o Sindicato e consequentemente os Professores e Auxiliares de Administração Escolar, para que continuem podendo ter uma entidade que os represente, na defesa de seus interesses”, afirma.
 O professor Novaes, que também integra a diretoria da Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo), afirma que o SINPAAE já está articulando estratégias para a nova campanha salarial e manutenção dos direitos, juntamente com os demais 24 sindicatos do Estado de São Paulo que representam Professores e Auxiliares de Administração Escolar da rede privada do Ensino Básico, Superior e Sesi/Senai.

02 de agosto de 2018

NOTA – FEDERAÇÃO DOS PROFESSORES DO ESTADO DE SÃO PAULO
 

PROFESSORES DEFENDEM REVOGAÇÃO DA REFORMA DO ENSINO MÉDIO

  Nesta quinta-feira, 2 de agosto, o ministério da Educação estará patrocinando um evento publicitário nomeado como “Dia D” da Educação: será uma ação de marketing travestida de convocatória aos professores, por parte do MEC e de uma entidade oficiosa e praticamente desconhecida - o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) - para, supostamente, debater as diretrizes da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Ensino Médio

  Mas não haverá debate. A ‘consulta aos professores’ é apenas de fachada, já que o calendário de audiências públicas inicialmente marcado para debater presencialmente a BNCC foi desprezado e a proposta inicial da reforma (de permitir múltiplos itinerários disciplinares opcionais aos estudantes) foi reduzida à obrigatoriedade de apenas duas disciplinas, Português e Matemática.

  A Federação dos Professores de São Paulo denunciou a proposta de reforma do ensino médio como ‘autoritária’ já no seu anúncio, pela Medida Provisória 746, de outubro de 2016. O autoritarismo foi reafirmado com o desprezo às discussões em audiências públicas – que provocou até mesmo a renúncia do coordenador da BNCC, professor Cesar Callegari – e confirmado agora com essa quermesse de propostas genéricas que se pretende com a marketagem do ‘dia D’ de 2 de agosto.

  O que acontecerá no ‘Dia D’: nesta quinta, dia 2, as escolas públicas estão sendo orientadas a dispensar as aulas e reunir professores e coagi-los a preencher um formulário de avaliação da BNCC por áreas de conhecimento. A reunião é convocada pela diretoria, sob o mando das secretarias de Educação de cada Estado. As ‘ideias’ recolhidas nos formulários serão consolidadas pelas secretarias de Educação estaduais e encaminhadas ao Conselho Nacional de Educação.  Os professores em escolas privadas não foram chamados a participar.

  Essa não é uma discussão séria. É apenas jogo político visando dar um verniz de legitimidade a um processo ilegítimo, e afastar da sociedade a discussão ampla, aberta e franca sobre o destino do ensino aos nossos jovens. O resultado será, novamente, uma reforma autoritária que tende a arrastar nossos estudantes a uma educação entediante, de baixa qualidade e que, ao invés de desenvolver seu espírito de cidadania, irá entregar ao mercado de trabalho jovens com habilidades mínimas e perspectivas medíocres.

  Pela revogação da ‘reforma’: Na forma em que se encontra a única proposta endossada pela Federação e seus sindicatos integrantes sobre a reforma do Ensino Médio é a sua revogação, pura e simples.

  Às professoras e professores na rede privada de ensino em São Paulo, recomendamos conversar com seus colegas, explicar que além de comprometer a educação de qualidade esta reforma pode colocar empregos em risco, e exigir que o texto da reforma seja devolvido ao CNE para discussão ampla e reformulação completa antes de sua implantação.

14 de junho de 2018

EDUCAÇÃO SUPERIOR

DOIS ANOS,

REAJUSTE,

PLANO DE SAÚDE,
 

É OFICIAL:

CONVENÇÃO

COLETIVA

DA EDUCAÇÃO

SUPERIOR

ASSINADA

E VALENDO

 Depois de aprovada em as-sembleia nos sindicatos, a nova Convenção Coletiva de profes-sores e auxiliares no Ensino Su-perior privado em São Paulo está assinada e valendo.   

 Tem força de lei e dobra a refor-ma trabalhista: aqui, vale o nego-ciado (melhor que a lei) do que o legislado!

  Veja ao lado a integra do acordo nestes comunicados conjuntos, assinado pela Fepesp e seus sin-dicatos e o Semesp, sindicato das mantenedoras.

6 de junho de 2018

EDUCAÇÃO BÁSICA

MOBILIZAÇÃO DÁ RESULTADO

  Em reunião na última quarta-feira, dia 6, os donos de escola reunidos no Sieeesp - o sindicato patronal - aprovaram a renovação da convenção coletiva da Educação Básica por um ano, mais reajuste e mais PLR.
   Este foi o compromisso firmado ontem no TRT. Diante do juiz. Mesmo compromisso que havia sido construído antes da grande assembleia da semana passada e negaceado, enrolado e distorcido pelo patronal a cada entrevista logo em seguida.
 Agora, a proposta vai para discussão dos professores e auxiliares. A assembleia vai decidir.
Mas estamos a um passo do que nos propomos no início desta campanha: vamos defender o que é nosso!
  Nossa unidade, firmeza e determinação nos atos, reuniões, assembleias garantiram a defesa na Convenção. Agora, vamos lacrar o compromisso.

29 de maio de 2018

VITÓRIA DOS PROFESSORES!
NENHUM DIREITO

A MENOS!

  Sindicato patronal cede diante das manifestações de professores, decide aceitar a manutenção integral por um ano da Convenção Coletiva na Educação Básica. Proposta foi apresentada em assembleia diante do Sinpro SP e obteve aprovação maciça da maioria dos mais de dois mil professores presentes - que lotaram a rua Borges Lagoa, diante do Sindicato.
  A proposta aprovada nesta terça´feira, dia 29 de maio,  ainda prevê reajuste salarial de 3% (2,14% de reposição de inflação, 0,86% de aumento real), PLR de 15% e manutenção de todas as cláusulas existentes na Convenção Coletiva, incluindo garantia semestral de salários, bolsas de estudo para os filhos de professor, ferias integrais, recesso em janeiro. A proposta ainda deverá ser ratificada e estendida aos demais sindicatos integrantes da Fepesp.
  "Este foi o primeiro grande embate de resistência à reforma trabalhista e foi uma campanha vitoriosa diante de um sindicato patronal que procurou aplicar a reforma ao tentar direitos de professores", disse Celso Napolitano, presidente da Federação dos Professores de São Paulo, a Fepesp.
                                                                      Fotos de Alice Vergueiro (Fonte: Fepesp - Federação dos Professores do Estado de SP)

26 de abril de 2018

Desembargador do TRT da 15ª Região ministrou palestra
“Impacto da reforma trabalhista nos direitos”

O evento, uma iniciativa da CSB SP foi aberto a todos os sindicatos e interessados pelo assunto e aconteceu no auditório do SINPAAE

  Dando sequência às ações de enfrentamento e capacitação sobre a reforma trabalhista, a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros /SP) realizou no último dia 26 de abril, na sede do SINPAAE - Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Ribeirão Preto e Região, encontro com espe-cialistas na área do Direito e dirigentes sindicais para debater os efeitos da Lei 13.467, além de traçar estratégias de atuação da Central no Estado e em Ribeirão Preto. O evento foi aberto a todos os sindicatos e interessados no assunto.

.A programação contou com apresentações do desembargador Luís Henrique Rafael, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região – Campinas, sobre “Reforma Trabalhista e os impactos nas relações de trabalho e negociações coletivas” e da advogada Augusta Raeffray, que ministrou palestra com o tema “Financia-mento Sindical Pós-Reforma”. Entre os debates: Conjuntura Nacional, Orientações Jurídicas e o Planejamento de Mobilizações da CSB na região. 

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25 de abril de 2018

Novos desafios para a diretoria do SINPAAE eleita no último dia 25

   Nesta quarta-feira, dia 25 de abril de 2018, aconteceu eleição no SINPAAE – Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Ribeirão Preto e Região, para renovação da Diretoria Executiva, Conselho Fiscal, Delegados Federativos e Suplentes, com chapa única e mandato de cinco anos – 2018/2023.

  Para o professor Antonio Dias de Novaes reeleito presidente do SINPAAE, com 98% de aprovação “será mais um período de muita luta à frente do Sindicato, agora mais do que em anos anteriores, pois, estamos enfrentando um momento muito delicado, onde conquistas adquiridas há mais de 20 anos e garantidas em convenções podem acabar por reflexo da Reforma Trabalhista”, ressalta.

  Segundo o professor Celso Napolitano, presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo – FEPESP, “é muito importante nestes tempos difíceis a união de toda a classe e o entendimento que, sem os sindicatos não há garantias para os trabalhadores”.

 “Na campanha salarial deste ano da Educação Básica, por exemplo, muito mais está em jogo. A convenção não pode se transformar em uma cópia da ‘reforma trabalhista’ do governo sem votos, sem a participação efetiva daqueles que são a maior parte interessada”, enfatiza Napolitano.

 Já o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB - SP, Igor Tiago Pereira analisa que “não é de hoje que, a importância do Estado de São Paulo nas lutas da classe trabalhadora tem um peso singular no movimento sindical brasileiro. E agora é hora de fazer esta força ser mais ouvida do que os interesses daqueles que querem tirar o que já foi conquistado com tanto custo, como está acontecendo com os professores e auxiliares. E, sindicatos como o SINPAAE estão do lado do trabalhador, lutando por seus direitos”, concluiu.

 

Confira como ficou constituída a diretoria do SINPAAE:

 

 

DIRETORIA

 

Antonio Alvares da Costa              
Antonio Dias de Novaes
Claudemir Gonçalves de Oliveira
Diego Padovan
Gisele Maria de Figueiredo Matheus
Janete Ferreira Guedes
Luiz Cláudio Luz da Conceição
Marina Novaes de Senne
Miguel Abdala Jabur Júnior
Milton Faria Júnior
Mônica Aparecida Costa Pádua
Nadir Barbosa de Resende
Paulo Sérgio Rodrigues
Regina de Souza Lellis
Roberto Miguel Caldeira
Sônia Iraci Siqueira
Valmir Godói

 

DELEGADOS FEDERATIVOS
 

Miguel Abdala Jabur Júnior
Janete Ferreira Guedes

Reforma da Previdência: professoras serão as mais afetadas

  A perversa reforma previdenciária, empurrada pelo governo como a proposta de emenda constitucional (PEC) 287, poderá afetar especialmente as professoras. Isto porque a reforma pretende acabar com a aposentadoria especial dos professores (aos 25 e 30 anos de contribuição) e igualar a aposentadoria por idade para homens e mulheres aos 65 anos.

 Segundo a professora Silvia Barbara, estudiosa da questão e diretora da Federação dos Professores do Estado de São Paulo e do Sinpro SP, as mudanças previstas pela reforma podem gerar um acréscimo superior a 400% no tempo de contribuição das professoras da educação básica. “Essa proposta inviabiliza a aquisição da aposentadoria para a maior parte dos trabalhadores. Nós vamos transformar a previdência em uma máquina de arrecadação. A reforma acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e acaba com a aposentadoria diferenciada para mulheres, que na maioria dos casos acumula uma dupla jornada”, diz Silvia.

  Gráficos feitos a partir de dados do Ministério do Trabalho de 2015 mostram que as mulheres representam a maior parcela dos professores da educação básica privada no Brasil. Só na educação infantil – de 3 a 5 anos – o número quase bate os 90%.

06/07/2017

MENSAGEM DO PAPA:
SINDICATO É A JUSTIÇA DE TODOS JUNTOS

  O papa Francisco recebeu no Vaticano esta semana sindicalistas italianos reunidos no congresso da CISL (Confederação Italiana dos Sindicatos Laborais) e a eles - e a todos nós! – emitiu uma mensagem forte: “Não existe uma boa sociedade sem um bom sindicato”. O papa lembrou, na sua mensagem, que a palavra sindicato tem origem na expressão grega ‘syn-dike’, ou ‘justiça juntos’ em uma tradução direta. É uma expressão de união, que Francisco interpreta como própria da natureza da humanidade. De fato, afirmou, pessoa e trabalho são duas palavras que podem e devem estar juntas. “O trabalho é a forma mais comum de cooperação que a humanidade gerou na sua história, é uma forma de amor civil”. 

  “O capitalismo do nosso tempo não compreende o valor do sindicato, porque esqueceu a natureza social da economia. Este é um dos maiores pecados. Economia de mercado: não. Dizemos economia social de mercado, como nos ensinou São João Paulo II”.

  No encontro com os sindicalistas, realizado em 28 de junho, o papa Francisco voltou a falar de um novo pacto social e criticou a ganância dos empresários e do mercado. "É uma empresa insensata e míope que obriga o idoso a trabalhar muito tempo e requer toda uma geração de jovens a trabalhar quando deveriam fazê-lo para eles e para todos", disse o Pontífice, que lembrou que "nem sempre nem toda a gente tem direito a se aposentar porque eles têm jornadas em desigualdades no tempo de trabalho se torna perene".

  Entre nós, a mensagem tem ainda maior força, quando se acompanha a tentativa do governo sem votos em enfraquecer a união de quem trabalha em torno dos seus sindicatos – não só com a proposta de ‘reforma’ trabalhista (que nada mais é do que uma tentativa de vender barato a força de trabalho) como da perversa reforma da Previdência que, se aprovada, vai acabar com sua aposentadoria.

  No final de maio, as centrais sindicais emitiram documento endereçado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em que expressaram "nosso reconhecimento e nossa gratidão ao apoio claro e explícito que a Igreja Católica no Brasil manifestou à luta pela justiça dos trabalhadores e do povo brasileiro no período recente", com referência à greve geral de 28 de maio. Segundo a carta, dirigida ao presidente da Conferência, o cardeal Sergio da Rocha, "a coragem e a generosidade" de muitos bispos e as declarações "enérgicas" da própria assembleia geral da CNBB "provocaram um ânimo muito grande em nossa gente".

NA TV FEPESP: ESPECIAL 'O PAPA E OS SINDICATOS'. ASSISTA AQUI: http://bit.ly/2tVPUqF

O ‘desimpedido’ Gilmar Mendes

   O jornal Folha de S. Paulo noticiou na noite do dia 30 de maio, que o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) — que tem como sócio o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) — anunciou a presença do presidente ilegítimo Michel Temer em um seminário patrocinado pelo governo e pela Caixa Econômica Federal.

  O evento é o “7º Seminário Internacional de Direito Administrativo e Ad-ministração Pública —Segurança Pública a Partir do Sistema Prisional” e sua abertura está marcada para o dia 20 de junho, exatos 14 dias depois da data em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do qual Gilmar Mendes é presidente, começa a julgar a ação que pode cassar o mandato de Temer.
   De acordo com a reportagem da Folha, que procurou a assessoria do ministro e o IDP, Mendes não se sente impedido de participar do jul-gamento, a despeito do evento e de suas relações pessoais com Temer. Assim como não  sentiu  qualquer constrangimento de, durante uma ação

movida pelo PSB contra restrições de acesso ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) impostas pelo governo com base do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2015, atacar a exigência de nota mínima feita pelo então governo da presidenta Dilma Rousseff. Ataque que poderia muito bem ser interpretado como sendo em interesse próprio, uma vez que os repasses do Fies para o IDP aumentaram 1.766% entre 2014 e 2016.
   Ao que parece, isso não é novidade, como já tornou público a Contee, em denúncia a Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no fim do ano passado, depois que, em outubro de 2016, sem se sentir impedido por ser sócio do IDP, Gilmar Mendes concedeu medida cautelar — atendendo Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 323, ajuizada por ninguém menos que a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) para questionar a Súmula 277 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) — e suspendeu todos os processos e efeitos de decisões no âmbito da Justiça do Trabalho que discutam a aplicação da ultratividade de normas de acordos e de convenções coletivas.
   Na ocasião, a Contee divulgou nota pública contra a decisão. “Ao sentir da Contee, apresenta-se, pois, cristalino o impedimento do Gilmar Mendes para relatar o votar no Processo da ADPD N. 323, de autoria da Confenen”, argumentou a Confederação. “Vale ressaltar, para que se espanque qualquer contestação impertinente, que o Ministro Gilmar Mendes, ao decidir pela suspensão da Súmula N. 277, do TST, legislou, simultaneamente, em proveito próprio, como sócio majoritário do IDP, em proveito do capital, que, aliás, ele abertamente defende, em todas as suas manifestações, dentro e fora dos processos levados ao STF.”
(Fonte: CONTEE)

Fepesp reuniu sindicatos de professores e auxiliares para discutir

os rumos do Ensino Superior

   Em Seminário realizado nos dias 12 e 13 de setembro, no Taiwan Hotel, em Ribeirão Preto, a diretoria da Fepesp (Federação dos Professores do Estado de São Paulo) reuniu representantes dos 24 sindicatos que compõem a federação. No próximo ano será discutida a nova Convenção Coletiva do Ensino Superior e o objetivo do encontro foi pautar assuntos que serão negociados. No evento foram analisados temas envolvendo questões do Ensino Superior, como as condições de trabalho dos professores para o pleno exercício da profissão, sem prejuízo dos cursos, seguindo o crono-grama estabelecido, inclusive, foram registrados relatos de instituições que apresentam falhas de estrutura nos cursos, podendo prejudicar alunos e professores.    

  Prestigiaram o evento, os diretores do SINPAAE - Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Ribeirão Preto e Região, Antonio Dias de Novaes, presidente e delegado federativo, João Darc Fernandes, vice-presidente, Janete Ferreira Guedes, diretora tesoureira e delegada federativa e Silvio Luis Liberati, diretor de imprensa e comunicação. (Fotos: Flávio Mammana)

EXIGIMOS RESPEITO!

   Professores e auxiliares do ensino superior privado vêm a público manifestar o seu repúdio à intransigência patronal nas negociações salariais de 2015.

    Os patrões se valem das mudanças nas regras de repasse do FIES para inviabilizar a discussão em nossa data base. Inventam uma crise para justificar sua recusa em debater reajuste salarial e melhorias nas condições de trabalho para toda a categoria.

   

Gasto com Fies cresce

13 vezes e chega a R$ 13,4 bi, mas ritmo de matrículas cai

   Enquanto os gastos federais com mensalidades de alunos em universidades privadas por meio do Financiamento Estudantil (Fies) dispararam a partir de 2010, o ritmo de matrículas no ensino superior caiu. Daquele ano até 2014, o custo do programa cresceu 13 vezes - saltou de R$ 1,1 bilhão para R$ 13,4 bilhões, em valores corrigidos -, mas a média anual de aumento de alunos nas instituições particulares passou de 5%, entre 2003 e 2009, para 3% de 2010 até 2013. Confira a matéria completa e uma série de 7 gráficos informativos, que apresentam dados interessantes do financiamento estundantil por meio do Fies, as crescentes despesas do governo com o programa (desde 2004), os lucros dos grupos educacionais a partir do financiamento, a queda do número de alunos no ensino superior privado, entre outros aspectos.(Fonte: Jornal O Estado São Paulo) 

 "Professor é professor.

Diferentes mais iguais"

'Professor é professor': Assista ao vídeo da campanha nacional por equiparação salarial na educação básica

No ensino privado, quanto mais jovem o aluno menos ganha o professor. Quem ganha com isso? Para mostrar essa incoerência e injustiça, que só beneficia os donos de escolas, está no ar o vídeo da campanha nacional "Professor é professor. Diferentes, mas iguais", desenvolvida pela Contee em defesa da equiparação salarial na educação básica.

Clique no link abaixo, assista e compartilhe!  

 

de debates e conversas sobre temas importantes para a categoria de professores e auxiliares da rede particular de ensino do Estado de São Paulo. O objetivo é qualificar os dirigentes dos sindicatos que integram a base da federação.

O tema de abertura foi um seminário sobre a terceirização, com a presença de Antonio Augusto de Queiroz (Toninho), do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), João Guilherme Vargas Neto, assessor sindical e o professor de economia Helio Zylberstejn, da FEA/USP.

   No  último dia 26 de maio, os diretores do SINPAAE, Antonio Dias de Novaes, João Darc Fernandes, Janete Ferreira Guedes e Silvio Liberati, participaram

da primeira 

edição do evento 

"Diálogo Fepesp",

uma série de 

Diretores do SINPAAE participaram do 

"Diálogos Fepesp"

Audiência Pública expôs o desmonte na Educação comandado pelo Sistema S

  Os descalabros anunciados na Educação do Sesi/Senai foram alvo de debate em Audiência Pública realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo, no dia 6 de novembro.
  Trabalhadores, sindicatos e entidades lotaram o Plenário Dom Pedro I, onde aconteceu o evento, iniciativa do deputado Carlos Giannazi (PSOL-SP) e organizado pela Federação dos Profes-sores do Estado de São Paulo (Fepesp). Mais de 200 pessoas estiveram presentes.

Sesi recuou.

Mas, ainda é insuficiente

 

   Em carta, o Sesi-SP comunicou o recuo em duas das decisões anunciadas no mês de outubro: o fechamento de classes do 1º ano do Fundamental nas unidades externas e o fim das vagas de cursos técnicos, no ensino articulado Sesi/Senai, oferecidas aos alunos do nível médio do Sesi. O comunicado divulgado hoje (3/11) foi assinado pelo diretor de Educação e Cultura do Sesi-SP, Fernando Antonio Carvalho de Souza.

  Esse recuo ocorre num momento em que aumenta a pressão dos sindicatos e dos professores contra os cortes, o fechamento de classes e a demissão de professores no Sesi e no Senai. Na próxima sexta-feira (06/11), às 14h, uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, convocada pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL-SP), vai debater o desmonte na Educação do Sistema S.

  A decisão de manter as vagas nas unidades externas e nos cursos técnicos são, contudo, insuficientes. O fim da escola de tempo integral no Fundamental II (do 6º ao 9º ano), se mantido, trará consequências perversas para toda a comunidade do Sesi – alunos, professores e pais. Também pesam contra o Sesi e o Senai denúncias do autoritarismo na atribuição de aulas e da pressão sobre os professores diante da ameaça de demissão em massa,  decorrente do fechamento de vagas e da reestruturação curricular.

  Portanto, é muito importante o comparecimento maciço de todos na audiência pública desta sexta-feira. Também é necessário que professores continuem a demonstrar o descontentamento diante da situação, que se reúnam e conversem nas escolas e que acompanhem as ações dos sindicatos.

Nenhuma aula a menos, nenhum professor demitido e nenhum aluno sem escola!

   De acordo com o presidente do SINPAAE, profº Antonio Dias de Novaes, também ficou aprovado a continuidade das assembleias e a entrada de dissídio coletivo caso não tenha acordo. “Esperávamos uma maior participação de professores e auxiliares, pois fizemos uma ampla divulgação com visitas nas escolas e entrega de materiais. Porém, por depoimentos de alguns participantes, chegou ao nosso conhecimento situações de boicote das instituições. Estamos em alerta, pois, essa comunicação do sindicato com a categoria é garantida pelas Convenções”, afirma.

Sabadão Sindical

promovido pelo SINPAAE

rejeita propostas por unanimidade

  Em meio a ameaças de retirada de direitos e de desmonte da educação pública, além da concentração da educação superior privada em grande grupos econômicos, os docentes de São Paulo se organizam para resistir na defesa de direitos e pela melhoria da qualidade de ensino. Nesse sentido, foi lançada na última terça-feira, 20/09, a Conferência Nacional de Educação (Conae) 2018 no seu âmbito estadual. O evento realizado na Secretaria Estadual da Educação contou com a participação ativa da Federação dos Profes-sores do Estado de São Paulo-Fepesp e demais entidades que compõem o Fórum Estadual de Educação.

   A atividade aconteceu um dia após o lançamento nacional da Conae 2018, conferência que chegará a sua terceira edição e congrega representantes de setores da educação de todo o Brasil. O encontro foi organizado pelo Fórum Estadual de Educação, coordenado pelo professor Reginaldo Soeiro. 

   O presidente do SINPAAE de Ribeirão Preto e diretor da Fepesp, Antonio Dias de Novaes, lembrou que a organização da Conae é importante para apresentar um contraponto e novidades diante do quadro político que se apresenta: “O que vemos hoje é contrário a todas as propostas de educação democrática que a gente acredita”, afirma.

  A diretora da Fepesp e do Sinpro Campinas, Conceição Fornasari, que representa a Federação no Fórum Estadual de Educação, lembrou como é importante ter onde e como discutir a situação da educação.

  “Em tempo de golpe contínuo que estamos vivendo nesse país estar aqui significa criar  espaços de resistência”, diz a professora que também saúda a presença maciça dos sindicatos que integram a Fepesp no evento. “Isso mostra, mais do que nunca, que a defesa da educação é de todos nós”.  

  O professor José Jorge Maggio, presidente do Sinpro ABC, também sinalizou a importância da união de todos nesse momento: “Há um ataque à educação e aos direitos dos trabalhadores. Os Fóruns são um grande instrumento de debate e resistência nesse momento”. 

  O presidente do Sinpro Osasco e também diretor da Fepesp, Onassis Matias Xavier, endossa a importância dessa união: “Aqui nós organizamos a luta, tiramos metas e traçamos as ações que nós vamos defender no Fórum Nacional e  Conae, então, a importância de ter várias cidades, sindicatos, cor-rentes e tendências presentes nesse encontro, diz.

  Outros diretores da Fepesp reafirmaram questões impor-tantes relativas a educação para a Conae, em 2018, e para o Fórum Estadual e Nacional discutirem. O professor Chileno, diretor da Fepesp, presidente do Sinpro Campinas,  lembra das metas do Plano Nacional de Educação, por exemplo: “o desafio é isso: fazer com que esse Plano seja realmente colocado, assumido e levado a sério, para que os municípios e os estados cumpram as metas e possamos ter uma educação que não é essa que está sendo defendida por este Governo que está aí”.

  Nesse sentido de educação não-democrática, Maria Clotilde (Tide) Lemos Petta, diretora da Confederação Nacional de Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino-Contee, lembrou do Projeto Escola Sem Partido (PLS 193/2016, PL 1411/2015 e PL 867/2015), conhecido como a Lei da Mordaça. “Esse projeto é neoliberal e quer tirar a liberdade do professor dentro da sala de aula”, diz ao convidar todos para a Cam-panha que a entidade encabeça para que o projeto não passe no Congresso. 

Rumo à CONAE 2018: Conferência Nacional da Educação é lançada
no Estado de SP

Rua Quintino Bocaiúva, 54 - Centro

CEP: 14015-160 - Ribeirão Preto /SP

 

 

Telefone: (16) 3615 8200    WhatSapp (16) 99297 0606

 

 

 

 

By Jonny Andersun